Leishmanicidas, Leishmaniostatico e Inmunoterapia

Drogas leishmaniostáticas – exercem efeito inibitório no crescimento das Leishmanias. Ex: Alopurinol. A utilidade desta droga tem sido demonstrada no controle das recidivas da doença.

Drogas leishmanicidas – conduzem a melhorias clínicas significativas, bem como a uma redução na carga parasitária do animal, embora não consigam alcançar a cura parasitológica. Ex: antimoniais, miltefosina, anfotericina C, etc.

A combinação de fármacos leishmaniostáticos e leishmanicidas têm ação sinérgica, com as ações de ambos a complementarem-se. Oalopurinol, ao ser leishmaniostático, inibe o aumento do número de parasitas que resistiram ao tratamento com, por exemplo, o antimoniato de N-metil-glucamina, o que conduz à diminuição do número de recidivas. Esta combinação, embora aumente a taxa de remissão clínica, não aumenta a taxa de cura parasitológica. Para além de aumentar a taxa de remissão e a diminuição do número de recidivas, a combinação destes fármacos diminui ainda a taxa de transmissão da doença, uma vez que diminui o número de macrófagos infectados na derme dos animais.

Imunoterapia – O objetivo da imunoterapia é encontrar substâncias que estimulem p componente celular da resposta imune, bem como aumentar a capacidade fagocítica dos macrófagos afetados. A imunoterapia é usada como coadjuvante da terapia convencional, de modo a melhorar a sua eficácia.

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